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Câmara de Araguaína: O Barril de Pólvora Que Pode Estourar a Qualquer Momento

  • Foto do escritor: Tocantins Atual
    Tocantins Atual
  • 2 de dez. de 2025
  • 3 min de leitura



A calmaria que a Câmara Municipal de Araguaína tenta aparentar virou apenas fachada. Por trás das portas fechadas, o clima é de pânico silencioso, cochichos nervosos e servidores que já comentam abertamente:

“É questão de tempo para isso explodir.”

Nos últimos dias, a rotina do Legislativo virou alvo de denúncias internas que circulam com força denúncias que, se confirmadas, podem desencadear uma das maiores crises políticas da história do município.

Servidores descrevem que parte dos vereadores simplesmente abandonou a função pública. Não legislam, não fiscalizam, não entregam resultados.

Um funcionário define assim:

“Tem vereador sentado na cadeira só para fazer negócio. Para o povo, entrega moção. Para os acordos, entrega muito mais.”

Segundo relatos, muitos teriam sido eleitos por uma espécie de voto de cabresto modernizado a velha lógica, apenas maquiada com marketing barato e acordos de ocasião.

O que circula nos corredores é ainda mais explosivo.

Servidores dizem com todas as letras: se alguma força policial abrir uma investigação ampla, a expressão mais repetida é:

“Vai abrir a caixa preta da Câmara.”

Segundo esses relatos, essa “caixa preta” envolveria:

• cartões de abastecimento usados sem transparência;

• movimentação de veículos pós-contratos;

• retenção de valores;

• e a velha porém sempre renascida prática da rachadinha, citada abertamente nos bastidores.

Um servidor veterano dispara:

“Se rastrear combustível, quilometragem, rota e nota, ‘já era’. A lama sobe.”

A evolução financeira de alguns agentes públicos virou motivo de chacota interna. Há quem chegue rindo para trabalhar:

“Fulano entrou com nada e agora tem carro de luxo em nome de filho. É patrimônio meteórico demais.”

Fotos, datas, gravações, conversas tudo isso, segundo fontes, já circula entre servidores, que colecionam “provas informais” e aguardam o momento certo para entregar.

Os relatos sobre o clima interno são devastadores:

• medo de falar;

• portas trancadas;

• cochichos que cessam quando alguém se aproxima;

• funcionários ameaçados de retaliação;

• um ambiente descrito como “insuportável”.

Um servidor efetivo, em anonimato absoluto, afirma:

“Virou bagunça. Transparência não existe mais. Quem tenta fazer certo é isolado e intimidado.”

Mas todos concordam em uma frase:

“Na frente de um juiz, ninguém segura.”

As sessões, que deveriam seguir regras claras, passaram a acontecer “como e quando convém”.

Extraordinárias surgem do nada. Emendas aparecem de madrugada. Três, quatro votações aceleradas em uma única semana.

Um funcionário ironiza:

“Devem estar trabalhando demais… só não para a população.”

O ponto mais explosivo talvez seja este:

Vereadores estariam negociando votos por empregos não oficialmente, mas segundo múltiplas fontes internas.

Um técnico de TI da Prefeitura faz uma previsão perturbadora:

“Se o MP e a PF entrarem nas máquinas da Câmara e da Prefeitura, vão encontrar listas e mais listas de familiares de vereador empregados. É tanto nome que dá para montar uma empresa.”

Outro servidor completa:

“Tem gabinete com mais de 200 indicações espalhadas. A conta chega.”

Entre os funcionários que tentam trabalhar honestamente, uma frase virou mantra:

“A festa deles está acabando.”

Ninguém sabe quando, nem como. Mas a maioria acredita que o cerco vai fechar e que muitos que hoje falam grosso irão desabar quando tiverem que depor sob compromisso legal.


Se o que dizem nos bastidores se confirmar…

…Araguaína pode testemunhar uma operação que marcará época.

E, segundo servidores, isso não surpreenderá ninguém lá dentro.

Apenas a população que não faz ideia do furacão que se aproxima.


 
 
 

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