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Retrospectiva Legislativa 2025 – Araguaína entre quem entregou, quem traiu e quem simplesmente desapareceu
O ano de 2025 foi pedagógico para Araguaína. Escancarou, sem maquiagem, a diferença entre mandato que entrega e mandato que apenas ocupa cadeira . Enquanto um deputado converteu articulação política em resultados concretos, outros transformaram o ano legislativo em um festival de rompimentos, incoerências e silêncio conveniente . Marcus Marcelo: quando o mandato vira resultado Em um cenário de instabilidade política e disputas internas, Marcus Marcelo fez o óbvio que muitos


Bastidores do desespero: quando dois políticos sem rumo se encontram em Araguaína
Nos bastidores cada vez mais escancarados da política de Araguaína, um novo acordo vem sendo cochichado com insistência e ironia. Segundo fontes consideradas certas, o vereador Marcos Duarte deve apoiar o deputado estadual Jorge Frederico na disputa eleitoral. Em troca, receberia o apoio de Jorge para tentar retomar a presidência da Câmara Municipal. Um acordo típico de quem tem pouco a oferecer, mas muito a perder. A costura surge em um momento simbólico e delicado para


O silêncio que protege: quando investigar vira opção no Tocantins
Não é falta de informação. Não é desconhecimento do caso. E muito menos ausência de gravidade. O que se vê no Tocantins, diante do pedido de instalação da CPMI do Banco Master, é uma escolha política deliberada: investigar ou se calar. E quatro deputados federais optaram, até agora, pelo silêncio. Ricardo Ayres, Antônio Andrade, Carlos Gaguim e Tiago Dimas não assinaram o requerimento que busca apurar suspeitas de irregularidades financeiras que podem alcançar cifras bilionár


Antes de finalizar o ano, Amélio Cayres reforça apoio aos municípios e amplia investimentos em infraestrutura e custeio no Tocantins
Com uma atuação marcada por presença territorial e foco nas demandas reais dos municípios, o deputado estadual Amélio Cayres (Republicanos) consolidou, em 2025, um dos mais robustos pacotes de emendas parlamentares da Assembleia Legislativa do Tocantins. Os recursos, destinados tanto ao custeio da máquina pública quanto à infraestrutura urbana, reforçam o papel do parlamentar como um dos principais articuladores do desenvolvimento municipal no Estado. Somente na área de inf


Sumiram do mapa: a tropa do silêncio que o Tocantins mal percebeu que ainda eram deputados
O retorno de Wanderlei Barbosa ao Palácio Araguaia não apenas reorganizou o tabuleiro político do Tocantins. Produziu também um efeito colateral curioso e constrangedor: um apagão parlamentar. Simplesmente desapareceram do radar Jorge Frederico, Olyntho Neto, Gipão, Gutierres e, para surpresa de absolutamente ninguém, Eduardo do Dertins e Danilo Alencar. Estes dois últimos já estavam tão fora de cena que boa parte da população precisou ser lembrada de que ainda exercem man


Com retorno de Wanderlei Barbosa, Tocantins retoma agenda de progresso, estabilidade e valorização do servidor
O Tocantins vive um novo ciclo de estabilidade administrativa e retomada do desenvolvimento com o retorno do governador Wanderlei Barbosa ao comando do Executivo estadual. Desde que reassumiu o governo, Wanderlei tem intensificado a agenda de trabalho, acelerado obras estratégicas, ampliado investimentos e restabelecido um ambiente de previsibilidade condição essencial para o avanço consistente das políticas públicas. Nesta segunda-feira, um dos símbolos mais emblemáticos d


Editorial da Semana | Poder em movimento, silêncio conveniente e o retrato de uma cidade esquecida
A política tocantinense entrou, definitivamente, em modo pré-2026. Não há mais gestos inocentes, agendas neutras ou decisões despretensiosas. A semana foi marcada por três movimentos que, juntos, ajudam a decifrar o momento do poder no Estado: a retomada calculada de obras pelo governador Wanderlei Barbosa, o constrangedor silêncio em torno do “milagre dos milhões” que ronda o deputado Vicentinho Júnior, e o Réveillon de Araguaína um símbolo da distância entre discurso ofici


O réveillon que Araguaína definitivamente não merecia
Araguaína se despede do ano como aprendeu a fazer: entre promessas grandiosas e entregas medíocres. O réveillon anunciado pela gestão do prefeito Wagner Rodrigues, do União Brasil , não é apenas fraco é simbólico. Simbólico de uma administração que dispõe de cofres cheios, mas entrega eventos vazios. Com um orçamento de R$ 500 mil , a festa de fim de ano parece mais um churrasco mal organizado do que uma celebração à altura da segunda maior cidade do Tocantins. Shows irrele

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