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Dinheiro some, hospitais pararam: Servir entra na pior crise da história e governo não explica o buraco

  • Foto do escritor: SILENE BORGES
    SILENE BORGES
  • 4 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura




O sistema de saúde conveniado do Tocantins atravessa um dos períodos mais dramáticos já registrados. O Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Tocantins (SINDESTO) anunciou, em carta aberta, que a partir de 9 de dezembro os atendimentos eletivos serão suspensos caso o governo não quite os pagamentos atrasados.

A crise expõe um cenário que, há meses, já não era segredo nos bastidores.

O SINDESTO denuncia:

  • A competência de junho de 2025 do Servir segue em aberto

  • Repasses do SUS de 2024 continuam atrasados

  • Ofícios e pedidos de negociação têm sido ignorados

Hospitais e clínicas operam no limite. Um gestor, de forma reservada, resumiu o caos:

“O governo nos deixou falando sozinhos. Estamos pagando para trabalhar.”

Em outubro, o governo confirmou um rombo mensal de R$ 30 milhões no Servir.

Mas:

  • Nenhum relatório apresentado

  • Nenhuma prestação de contas

  • Nenhuma transparência sobre os descontos feitos em folha dos servidores

Servidores da própria Secad relatam que ninguém sabe explicar onde foram parar os recursos.

Beneficiários exigem respostas:

  • “Para onde está indo o dinheiro do meu desconto mensal?”

  • “Por que continuamos pagando um plano que não funciona?”

  • “Suspende a cobrança em folha se não vão pagar os hospitais!”

O governo afirma ter pago maio e junho, iniciado julho  e parou aí.

Sem previsão para:

  • agosto

  • setembro

  • outubro

  • e novembro já está estourado nas clínicas

Fontes do governo relatam:

  • Falta de caixa real para quitar dívidas

  • Ninguém conhece o tamanho verdadeiro do rombo

  • Pressão para evitar anúncios públicos

  • Medo crescente de um colapso irreversível

Um técnico admitiu:

“O buraco é muito maior do que divulgaram. E ninguém sabe como tapar.”

A crise desencadeou uma leitura dura nos corredores da política:

“Sem os repasses do Servir e do SUS, Laurez e Lula viraram os ‘promissores dois L’:um afunda o Tocantins, outro afunda o Brasil.”

A frase viralizou em grupos de servidores e hoje simboliza a revolta crescente.

  • Insumos em falta

  • Rotatividade de plantonistas

  • Risco de demissões

  • Convênios à beira de rompimento

Se nada mudar, a suspensão do dia 9 será apenas o início do apagão total no sistema conveniado do Tocantins.

O Tocantins não enfrenta mais um alerta. Enfrenta o início do colapso.

A cada dia sem solução, o Estado se aproxima de um ponto sem retorno e quem paga a conta, como sempre, é a população.

 
 
 

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