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O Caos Premeditado: Como o Tocantins Foi Quebrado em 80 Dias

  • Foto do escritor: Tocantins Atual
    Tocantins Atual
  • 21 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura

Um estado sólido levado ao colapso por estratégia, omissão e conveniência eleitoral.
Um estado sólido levado ao colapso por estratégia, omissão e conveniência eleitoral.


Em menos de 80 dias, o Tocantins virou um experimento político tão desastroso que, segundo um assessor ouvido nos bastidores, “parecia até que o governo tinha decidido provar, por conta própria, como destruir estabilidade em tempo recorde”. E o mais impressionante: sem crise nacional, sem queda federal, sem desastre externo. Só… governo mesmo.

Arrecadação despencando 30%

Técnicos da Fazenda segundo duas fontes diferentes alertaram que certas decisões teriam impacto imediato. Foram ignorados. “Era para deixar estourar”, disse um deles, pedindo anonimato, claro.

Obras paradas estrategicamente

Fontes da Infraestrutura garantem que houve orientação direta para segurar pagamentos e cronogramas. A justificativa nos bastidores? “Sem tensão, não tem narrativa.”

Exonerações em massa

Servidores descrevem como “arrastão administrativo”. Não para economia — mas para realocar cargos sob nova engenharia política. Um servidor relatou que a ordem era “zerar o tabuleiro”.

Setor produtivo perplexo

Empresários confidenciaram que nunca viram tamanha instabilidade criada artificialmente. Um deles resumiu: “Nem ano eleitoral causa tanto estrago. Isso aqui é gestão criativa.”

E enquanto tudo isso acontecia, outra peça da história vinha de dentro do Palácio Araguaia: a ideia fixa de instalar a narrativa de estado quebrado, mesmo que os números anteriores mostrassem pagamentos em dia e estabilidade fiscal. Segundo fontes internas, essa estratégia já estava pronta desde o primeiro dia do governo interino faltava só o cenário de caos para justificar certas decisões.

Antes de Laurez: mercado confiante, pagamentos regulares, clima de previsibilidade.

Depois: um estado que, segundo um técnico ouvido pela reportagem, “entrou em pane induzida”.

Rumores circulam entre políticos experientes de que a real motivação seria consolidar força interna antes da volta do governador eleito e criar uma espécie de “terreno minado” para quem assumisse. Ninguém confirma oficialmente mas ninguém nega nos corredores.

No núcleo do governo interino, uma frase teria se tornado lema: “Primeiro cria o caos, depois culpa o caos.” E, pelo jeito, a estratégia funcionou ao menos no discurso.

O resultado? Um governo que conseguiu mudar tudo: o humor do mercado, a confiança dos servidores, a estabilidade das contas… e a paciência do cidadão comum.

Só faltou mudar o que realmente interessa: o rumo do estado.

 
 
 

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