Opinião - Presença simbólica, ausência estratégica e o jogo por trás da inauguração
- FLÁVIO GUIMARÃES

- 23 de jan.
- 1 min de leitura

Na inauguração do complexo da Polícia Civil em Palmas, as ausências falaram mais alto que as presenças.
A senadora Professora Dorinha apareceu, mas, segundo fontes internas, não foi gesto político, foi assinatura de compromisso. “Ela acompanha o que leva sua assinatura orçamentária, não faz palanque”, disse um interlocutor ligado a Brasília e ao Palácio. Traduzindo: foto oficial, efeito político zero.
O deputado estadual Amélio Cayres, por sua vez, não deu as caras mas longe de ser recuo. Sua presença está nos bastidores do Bico do Papagaio, costurando encontros, articulações e alianças que ninguém vai ver no Instagram. “Enquanto uns posam para selfie, outros movimentam o poder de verdade”, confidenciou uma fonte reservada.
Nos corredores do Estado, o mantra é claro: inauguração é vitrine; quem manda mesmo trabalha longe dos holofotes. Presença ou ausência não mede popularidade mede estratégia.
E para quem ainda acha que jogo político se faz em palanque: o verdadeiro xadrez da sucessão já começou.












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