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PROCURA-SE: Jorge, Olintho e Gutierrez , Última Aparição: Quando Laurez Era “Rei”

  • Foto do escritor: Tocantins Atual
    Tocantins Atual
  • 12 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura



A cena virou piada institucional dentro da Assembleia: Cadê Jorge? Cadê Olintho? Cadê Gutierrez? A resposta é sempre a mesma, seguida de risada: Só no Google Imagens. Ao vivo, ninguém vê desde que Laurez perdeu o trono imaginário.

Porque, se depender deles, o trio já teria sido registrado no sistema da Interpol Política: Desaparecidos desde que a maré virou. Localização atual? Entre o medo, o silêncio e o interesse próprio. Jorge Frederico: o estrategista que virou figurante

Nos bastidores, o comentário virou maldade oficial: “Jorge só aparece quando a vitória é garantida. Se tiver risco, ele fecha a porta e apaga a luz.” Quando Laurez estava por cima, Jorge caminhava como se o Palácio Araguaia fosse anexo da sua casa. Hoje, só anda olhando para trás talvez com medo de alguém perguntar: “E agora, campeão?”

Olintho Neto: o gênio da omissão calculada

Olintho adotou a doutrina política mais antiga do Tocantins: “Se der errado, eu nunca estive lá.” Antes, falava como general da campanha; hoje, passa tão rápido nos corredores que parece atrasado para um voo.

Nos bastidores, a frase é cruel:“Olintho não se esconde… ele se subtrai.”

Gutierrez Torquato: silêncio profundo nível testemunha protegida

Gutierrez sumiu tanto que assessores já brincam que ele está em retiro espiritual forçado. A ordem dele é simples: “Não fala, não comenta, não respira perto do caso Laurez.” A neutralidade é tão exagerada que parece que ele está disputando vaga para mediador internacional.

A sátira da realidade: valentes na foto, covardes na hora da crise

Quando Laurez era tratado como rei, o trio não só estava ao lado estava colado, disputando quem saía melhor na foto. Era peito estufado, pose de vencedor e sorriso de quem achava que o futuro estava garantido.

Hoje? Se escondem até do próprio reflexo.

A transformação é tão ridícula que virou bordão interno: “A coragem deles dura até o primeiro vento.”

E o bastidor final, o mais ácido de todos:

Ninguém no grupo de Laurez caiu com honra. Ninguém assumiu posição. Ninguém defendeu o projeto.

Eles apenas sumiram.

E a pergunta continua ecoando, cada vez mais irônica: Se estavam tão confiantes quando Laurez era ‘rei’… por que agora se escondem como súditos com medo do castigo?

 
 
 

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