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Jorge Frederico e Gipão viram a chave: abandonam Wanderlei e se rendem a Laurez em troca de cargos e promessas

  • Foto do escritor: Tocantins Atual
    Tocantins Atual
  • 29 de out. de 2025
  • 2 min de leitura



A temperatura política no norte do Tocantins subiu de vez. Depois de semanas de articulações silenciosas e encontros discretos, Jorge Frederico e Gipão  até então dois pilares do grupo wanderlista bateram o martelo e selaram aliança com o governo interino de Laurez Moreira.

A virada foi costurada nos bastidores e teve seu ápice com as nomeações de Enoque Neto para o Detran-TO e Izabela Frederico, irmã do deputado, para a chefia do Hemocentro de Araguaína. As indicações soaram como a senha definitiva de que Jorge Frederico trocou de lado, abandonando o discurso de fidelidade ao projeto de Wanderlei Barbosa e aderindo sem pudor ao novo comando político do estado.

Segundo fontes do próprio Palácio Araguaia, a aproximação não foi recente os diálogos entre os grupos vinham ocorrendo há pelo menos um mês, à sombra dos holofotes. Agora, com os cargos efetivados, Jorge se consolida como um dos principais articuladores do governo Laurez no norte, pavimentando sua sobrevivência política num cenário de incertezas.

Quem também surpreendeu foi Gipão, o deputado que sempre se apresentou como guardião dos valores cristãos e fiel escudeiro do governador afastado. A mudança de postura veio como um raio: ao primeiro assovio de Laurez, Gipão não só cruzou para o outro lado, como também assinou o pedido de abertura do processo de impeachment contra Wanderlei Barbosa, o mesmo líder que até ontem defendia como vítima de perseguição.

Nos bastidores, o comentário é que o maior líder político evangélico de Araguaína agora sobe no palanque da esquerda, movimento que causou estranhamento entre pastores e lideranças religiosas da região. Afinal, Laurez e sua base representam o oposto dos valores morais e ideológicos que Gipão sempre pregou.

Com isso, cresce o coro de ironias no meio político: “até os que pregavam fidelidade no altar agora dobram os joelhos diante do poder.” O discurso da fé parece ter cedido espaço ao pragmatismo da conveniência.

Enquanto isso, o grupo wanderlista tenta conter a sangria, mas perde musculatura a cada novo gesto de traição política. Laurez, com a frieza de um jogador experiente, transforma a incerteza do cargo interino em terreno fértil para plantar influência e fidelidades compradas à base de cargos e promessas.

Nos bastidores: Jorge garantiu espaço, Gipão trocou princípios por posição, e o wanderlismo racha de vez. No tabuleiro político tocantinense, a fé mudou de lado e, ao que tudo indica, o altar agora fica no gabinete do governo.


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